24 de abril de 2012

Sessão 30 - Ao Mar

E aí pessoal, tudo em ordem?


Primeiramente, gostaria de pedir desculpas pelo tempo de ausência com o blog. Isso se deve a um misto de internet ruim e um tempo meio afastado mesmo dos nossos jogos. Agora volto com uma nova sessão, que apesar de ter tido menos de duas horas, rendeu bastante coisa. Justamente por isso, não colocarei os textos com as minhas observações aqui, senão vai ficar gigante (ou ainda mais gigante), provavelmente farei mais um post Impressões do Mestre, e ainda mais provavelmente volte a assumir aquele modelo daqui em diante. Mas não percamos tempo e vamos ao post!


Cena 1: Velho amigo

Sam, o Gordinho, andou se exercitando, hehe


Dalrast e Edward preparam tudo para poderem partir logo no dia seguinte a sua chegada. Infelizmente as coisas não são tão rápidas quando esperavam. Depois de uma semana, finalmente tudo está pronto, e o navio Estrela do Amanhecer está para partir, no seu comando irá Edward, colocando em prática tudo aquilo que seu velho pai o ensinou.

Dalrast percebe ao longe uma figura vindo em sua direção. Um homem com uma reluzente armadura, que parece algo além de aço escovado. Ao seu lado um jovem, com não mais que 12 anos, de cabelo loiro encaracolado, segue em companhia. Ao se aproximarem, o homem de armadura revela-se como Samwell, o amigo sacerdote que ajudou a resgatar Leonin. Ele pergunta se há mais um lugar no navio, e é recebido com alegria pelo guerreiro.

Agora, com o barco em movimento, eles se sentam para conversar. A viagem deve durar 3 dias, se o vento continuar favorável.


Cena 2: Histórias

A Lenda do Pirata assusta os marinheiros que tem juízo

Samwell diz que os Andarilhos brancos o enviaram para prosseguir viagem com Dalrast. Eles estão preocupados com os movimentos do culto de Tiamat, e acreditam que Dalrast tem a missão de encontrar as orbes. Desta forma, Samwell e o garoto, Andrick, outro Andarilho Branco e discípulo de Samwell. Dalrast se mostra preocupado, mas está feliz que seu amigo esteja junto nesta viagem em busca da segunda orbe.

Mais tarde neste mesmo dia, Dalrast, Samwell, Edward e Andrick estão juntos conversando quando um marujo vem conversar com o capitão. Ele pede permissão para permanecer no navio ao chegarem na Ilha da Caveira, pois teme as histórias do local. E é sobre a história que eles passam a conversar. Todos se mostram interessados, mas Dalrast dá pouca atenção, e fica treinando movimentos com sua espada.

“Dizem que o local já foi uma ilha calma. O cemitério de navios no qual ela se tornou é fruto de um pirata e sua ambição. Este pirata, cujo nome se perdeu na história, encontrou um tesouro pelo qual ficou extremamente fascinado. Em seu fascínio, ele se isolou do resto do mundo. Nunca mais aportou em continente, com medo de ser roubado. Depois de um tempo, desconfiou de seus marujos também, e os matou a todos. Mas nesta insanidade também morreu.Apesar disso, sua vontade de permanecer com o tesouro era tanta que ele retornou, e ficou vagando por muito tempo em seu navio, só. Mas então ele viu que da mesma forma que voltou pelo tesouro, sua tripulação poderia voltar também. Desta forma, ele afundou o barco, e foi para uma ilha. Nesta ilha ele guardou seu tesouro, e fez um acordo com algum deus nefasto. As águas em volta da ilha tornaram-se traiçoeiras, e todo navio que tenta chegar até ela, acaba sendo destruído.”

Samwell escuta com atenção. Ao que o marujo termina de contar, ele tenta acalmar o homem, dizendo a ele que não se preocupe, os deuses estão do lado dos bons, e irão lhes proteger. Edward se mostra preocupado, dizendo que pode muito bem haver uma relação entre tal deus e Tiamat. Ele inclusive acredita que tal tesouro seja a orbe que procuram. O clérigo diz que a deusa Tiamat é traiçoeira, e nada pode ser descartado. Dalrast faz um movimento súbito, cortando o ar perto do grupo. Ele diz que isso não passa de crendices e histórias, que eles precisam é se preocupar com o óbvio, achar a orbe e pronto. E se ela for o tal tesouro, ele a pegará e pronto, não tem conversa. Dito isso, ele se afasta.


Cena 3: Chegando lá



Depois de 3 dias sem acidentes, eles chegam ao arquipélago de ilhas. Logo de início o mar já fica mais agitado. Eles podem ver pedaços de navios, e até alguns ossos de vez em quando. Rochas saem e afundam traiçoeiramente na água. O capitão conduz o navio habilmente, onde alguém poderia facilmente bater, ele passa sem problemas.

Agora se aproximam da Ilha da Caveira, a mais distante e desertificada de todas. Pedras escuras se projetam pela ilha toda, e podo verde é visto. Apenas uma ilha antes de chegarem até o seu destino, um vendo cortando pela lateral esquerda desestabiliza o navio. O capitão tenta contornar o ocorrido, mas sem sucesso, eles batem com o casco da embarcação na ilha anterior a Ilha da Caveira.

Ao descerem, verificam que o Estrela da Manhã está danificado. Poucos metros de águas agitadas os separam da Ilha da Caveira. Poucos metros e vários destroços. Após pensarem um pouco, traçam um plano de ação: Andrick ficará e cuidará do navio, supervisionando os marinheiros que tentarão consertar a embarcação. Dalrast, Edward, Samwell e outros 5 tripulantes entrarão no pequeno barco a remo que o navio tem e irão até a ilha a remo, ganhando um tempo.

Com os preparativos feitos, hora de enfrentar o mar mais uma vez, agora reduzido a 8 homens rumo a uma ilha tão escura quanto a sua lenda.

Um comentário:

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